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Behind the scene: Part II

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What would it be like to see the world in black and white? …
After a long internal discussion, it was decided to try to open the eyes and delude what you can see, that it is the colours. Our brain is undoubtedly amazing, can I delude it?
My first impression is that it would not be an easy task, but after a few minutes I realized that it is a good thing that we can see the colours, but there is something in a black and white portrait that I can not explain, the contrasts and the variants of shadows and ashes.

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Portrait

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Today I will remember you like this, with a black and white photograph, more precisely black on white.
As I was carried away, I began to dream, what would have been the session of the French Joseph Nicéphore Niépce in taking the first permanent photograph of the world, in 1826, in black and white.

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People and Portrait

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The course today was around the city.

I do not know how long I sat there, not moving, watching the people passing by on the street. It may have been several hours.

It was a temperature of twenty-eight, and the sky was with a perfect cloudless blue to not disturb the magnificent landscape.

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The Journey!

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The storyteller starts by describing a mix of emotions to be seen before an unexpected departure, a different country, searching for new adventures, other customs, new friends … “See you soon my beloved city, my safe home and see you soon Switzerland. . . ” In 2016, Hanna will make a big decision, searching for a new life, upgrade her knowledge, write other chapters, look for new images to her book and other characters to fill in the blank sheets – it was not any other year! It was exactly the right time to leave … – I closed my eyes and saw the houses in snow-covered wood, lit fireplace, linden tea on the table, a blanket on the couch. Near the window an old swing chair to enjoy a natural landscape on the snow covered mountains. Doesn’t leave the airport yet, the flight is delayed but still enjoying to travel in my dreams, I’m looking forward to writing new chapters of my history … Quite honestly, this is the preface of my next book “The Journey”. The narration as has already been pointed out is in the first person, that is, who tells the story takes part in it somehow. Do not miss the next chapters …

With love, Hanna

O narrador começa por descrever um misto de emoções ao ver-se perante uma partida inesperada, um país diferente, à procura de novas aventuras, outros costumes, novas amizades … ” Até breve minha querida cidade, meu porto seguro e até já Suíça …” Em 2016, Hanna tomará uma grande decisão, partir em busca de uma vida nova, preencher o seu conhecimento, escrever outros capítulos, procurar novas imagens para o seu livro e outras personagens para preencher as folhas em branco – não era um ano qualquer! Era exatamente a altura certa de partir… Fecho os olhos e vejo as casas em madeira cobertas de neve, a lareira acesa, um chá de tílias sobre a mesa, uma manta no sofá. Junto à janela uma cadeira antiga de baloiçar para poder desfrutar de uma paisagem natural sobre as montanhas cobertas de neve. Ainda não sai do aeroporto, o voo está atrasado, mas aproveito para viajar nos meus sonhos, estou ansiosa para escrever novos capítulos da minha história …. Muito sinceramente, este é o prefácio do meu próximo livro ” A viagem “. A narração, como já se apontou, desenrola-se na primeira primeira pessoa, isto é, quem conta a história participa dela de alguma forma. Não percam os próximos capítulos…

Com carinho Hanna

 

Credits: Image and text thescheme617

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The concert!

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Reflection on the concert: – Fantastic – replied, after a pause, one of the group of boys.

As they entered, they came across a crowd, full of energy. The room was dark and you could only see silhouettes with shapes, “painted” black, for about ten minutes were standing there, waiting, parted lips and unnaturally bright eyes and a rumbling sound coming from the stage and the audience that lay ahead.

They had a clear conscience that they were waiting for the fun and memorable evening.
And it is in the ambiguity between representation, music, artists, imagination, creativity, people and the space that makes up this. The concert – were transfigured with joy, dominated by a blissful ecstasy, taking advantage of that one moment with strangers around the painted backdrops were the universe of that group, they did not know anyone, but shadows was real.
Enjoying a true day of the concert and let the mind wander through unknown places.

Reflexão sobre o concerto: – Fantástico – respondeu, após uma pausa, um dos rapazes do grupo.
Ao entrarem, depararam-se com uma multidão, cheia de energia. A sala era escura e só era possível enxergar silhuetas com formas, “pintadas” de negro, durante cerca de dez minutos detiveram-se assim, imóveis, de lábios entreabertos e olhos estranhamente brilhantes e com um som estrondoso vindo do palco e da plateia que se encontrava à frente.

Tinham uma leve consciência de que aguardavam uma noite divertida e memorável.
E é na ambiguidade entre a representação, a música, os artistas, a imaginação, a criatividade, as pessoas e o espaço que se compõe esta imagem – o concerto – Estavam transfigurados de alegria, dominados por um êxtase de felicidade, aproveitando aquele momento único, com desconhecidos ao seu redor, os cenários pintados eram o universo daquele grupo, não conheciam ninguém, apenas sombras e julgavam-nas reais.
Desfrutar, pois, de um verdadeiro dia concerto e deixar a mente divagar por lugares desconhecidos.

Credits: Image and text thescheme617

The traffic light

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The naturalness is only a pose. The wind shook some wires of Lisbon electric, the traffic light turns red and tourists are looking at the Praça do Comércio, known as Terreiro do Paço, while the indifferent residents to its thunderous landscape just keep walking …

– What refined off life once! What magnificent its splendor and ornamentation – said an unknown, waiting for the traffic light to change color and got to continue his city tour.
The traffic light changes and the man disappeared off the street dragging slippers.

The whole image is built around the interpretation of the imagination, sometimes the mystery, but the crosswalk establishes a connection between the Augusta street and the Terreiro do Paco and its beauties are not indifferent to who goes there.
In front of the statue of D. José I, surrounded by a group of people – briefly swerved look of the machine and intentionally froze that image forever. Until now Lisbon.

A naturalidade não passa de uma pose. O vento agitou alguns fios do elétrico de Lisboa, os sinais ficam vermelhos e os turistas ficam a contemplar a Praça do Comércio, mais conhecida por Terreiro do Paço, enquanto os moradores indiferentes á sua estrondosa paisagem simplesmente continuam caminhando…

– Que requintada fora a vida de outrora! Que magnifico o seu esplendor e ornamentação – disse um desconhecido, à espera que o sinal mude de cor e consiga dar continuidade ao seu passeio pela cidade.
O sinal abre e o homem desapareceu pela rua fora arrastando os chinelos.

Toda a imagem se constrói à volta da interpretação, da imaginação, por vezes do mistério, mas a passadeira estabelece uma ligação entre a Rua Augusta e o Terreiro do Paço e as suas belezas não são indiferentes por quem lá passa.
Em frente, a estátua de D.José I, rodeada por um grupo de pessoas – por breves instantes desviei olhar da máquina e intencionalmente congelei aquela imagem para sempre. Até já Lisboa.

CREDITS: Image and text thescheme617

Private Access

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– Arthur, Arthur – he shouted – let’s walk through, don’t you hear anything?
– David, you leave me very uneasy. You are constantly under my care. I’m pretty sure that there is nothing behind this gate.
– No – she replied David, with a pink face – the Key pick me up and let’s go.
The way was employed by an intense scent of flowers, cut grass and a light summer breeze ran through the trees of the gardens, to enter the open door a strong smell of wild roses, the boys fell back. Some shadows down the street and a few murmurs, ran the long way, the wind shook some blossoms from the trees, and finally they came across three children were preparing for a picnic, the garden city.
– Quite simpe, the story is this – the picture takes us to a Arthur’s and David’s memory , when they intersect with three children. With his subtle smile, David observes them. He knew just that they were his friends.

– Arthur, Arthur – gritou ele -, vamos entrar por aqui, não ouves alguma coisa?
– David, deixas-me muito inquieto. Estás constantemente sob os meus cuidados. Tenho quase a certeza que não existe nada por detrás deste portão.
– Não – respondeu David, com um rosto rosado – Entrega-me as chaves e vamos entrar.
O caminho estava empregado de um intenso perfume a flores, a relva cortada e, uma ligeira brisa estival corria por entre as árvores dos jardins, ao entrarem pela porta aberta um cheiro forte a rosas selvagens, os meninos recuaram num sobressalto. Umas sombras ao fundo da rua e uns múrmuros, correram o longo caminho, o vento agitava algumas flores das árvores, e por fim, depararam-se com três crianças que se preparavam para fazer um piquenique, pelo jardim da cidade.
– Muito simplesmente, a história é essa – A imagem transporta-nos para uma memória de Arthur e David, ao entrarem, cruzam-se com três crianças. Com o seu sorriso subtil, David observa-os. Soube no exato momento que eram os seus amigos.

CREDITS: Image and text thescheme617